8 de novembro de 2015

No fim: SANGUE

um som esquisito:
o mosquito
ecoa o infinito...

vou bater palma:
e retirar
dele a alma...

e se não pegá-lo
logo agora
escutará o estalo


que não demora.

7 de novembro de 2015

Flor negra

menina
a
tua
sina
atua
na
minha;
coisa
fina
na
esquina
o
amor
caminha.

Flor
no
deserto
bela
rosa
ah, aquela, aquela, sim aquela
rosa
decerto
que
vai
na prosa, na prosa...

6 de novembro de 2015

Sorriso Sul

Tua alegria
causa alergia
nos que não
escutam
a canção,
e você baila
bem sorridente,
já não te
           cala
o caos em frente.

Pauso;


te admiro
bailarina no asfalto
voo alto
vou ao delírio,
e num só salto
atravesso o rio
Nilo

Tua alegria
magia
margeia no poema.
A que tanta beleza?
a solução no problema.

5 de novembro de 2015

La tonada cordobesa I

Una chiste que escuché en Cordoba:

Cómo sería de mala aquella suegra que cuando murió, le pusieron este epitafio:
- "Aquí descansa doña Juana Eleuteria Inchona. En casa descansamos todos".



Pintando verbos e pessoas

Uma pinta
          pinta na pele
depois de muito;
                Caravela de Colombo,
coisa extinta
                 seguir o intuito
e contar as pintas
que pintam
                                                por ai...

4 de novembro de 2015

Morra menos

Morra menos Contemple a manhã
e viva, corra!!!
Corpo são, mente sã
e não, não morra
[todos os dias]...

3 de novembro de 2015

2 de novembro de 2015

Desmaterializando a palavra II


F
        oi...
a-mor-a
primeira
vista,
espero ela
amadurecer
ou já devo comer?

amora, amora
vi também jabuticaba
mas sei que logo acaba:
devo come-la agora?


Observação: Não culpe o autor pelo seu pensamento...

1 de novembro de 2015

Desmaterializando a palavra

          V                                                                   

            ou        

              a

        cai    r


hai


 -vida na pa:

                                                     lavra cata      ...  vento